Ao ler alguns
dos principais jornais do país, algo chamou a
atenção em relação ao que escrevi em
meu primeiro artigo, eu errei.
Ao prever que o governo não tem
visão de futuro, ele tem, mas infelizmente é para
benefício próprio e não do
país. Segundo a assessoria de imprensa da
Previdência Social, a próxima semana deverá ser
divulgada a nova tabela de contribuições ao INSS
(Instituto Nacional do Seguro Social). O aumento é
necessário para compensar o fim da CPMF e conforme dados
divulgados a nova tabela será:
·
salário-de-contribuição até R$
868,29 terá alíquota de
8%
·
de R$ 868,30 até R$ 1.447,14, a alíquota
será de 9%
·
de R$ 1.447,15 até R$ 2.894,28 será de
11%
As alíquotas de 7,65% e 8,65% serão
elevadas para 8% e 9%, respectivamente, devido ao fim da CPMF (o
tributo do cheque) a partir de 1º de janeiro. Durante a
vigência do tributo (CPMF) as alíquotas para
rendimentos até R$ 1.140, ou três salários
mínimos, tiveram de ser reduzidas para que não
houvesse pagamento a mais (é que sobre o pagamento das
contribuições era cobrado o tributo do cheque). Para
salários acima de R$ 1.140, nada muda, uma vez que eles
não tinham isenção da CPMF. A partir de
janeiro, sem a CPMF, as alíquotas voltam a aumentar. Os
acréscimos variam conforme o salário do trabalhador,
mas são pequenos --de R$ 1,33 a R$ 3,99 por mês, ou R$
17,29 a R$ 51,87 por ano, incluindo a contribuição do
13º salário. É interessante observar que para
manter a arrecadação, possivelmente estas contas ja
estavam feitas a um bom tempo, porém a criação
de mecanismos que reduzam os gastos e evitem os desvios, estes
infelizmente estão longe de serem pensados.
Bom, chego a uma conclusão que a exemplo
de um pedinte que a mais de dois anos é dono de um ponto em
um dos cruzamentos da Santo Amaro (por motivos naturais não
falo o nome da outra rua), é mais facil para o governo
continuar a cobrar e aumentar os tributos, do que se
esforçar para equalizar este assunto, de forma que a
população tenha condições de menos
trabalhar para união sem nada em troca.
Mas tudo bem, o que importa é
que a copa de 2014 é nossa.