Home Data de criação : 07/12/23 Última atualização : 07/12/28 01:54 / 3 Artigos publicados
 

Pessoa de coragem  escrito em sexta 28 dezembro 2007 01:54

Entre 23 a 26 de agosto de 2007, a cidade de Maringa foi palco da Brazil Air Fair, uma feira de aviação cujo principal objetivo foi atratir para a cidade o que de melhor há em termos de aviação no Brasil e exterior.

Quem teve a oportunidade de presenciar o evento, não deixou de notar o profissionalismo com que tudo ocorreu e quem assim como eu assistiu de perto alguns capítulos do esforço feito pelo meu amigo Victor Pietrobon (presidente da feira) que com a cara e a coragem movimentou montanhas para a realização deste evento, não deixou de notar as unhas roidas, para não falar destruidas semanas antes da feria.

Gostaria de deixar aqui, a indicação a todos que gostam do mundo aeronáutico que vale apena presenciar este evento em 2008.

Para mais detalhes, segue o endereço:

www.brazilairfair.com.br
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Será que realmente o governo vai esquecer da CPMF?  escrito em quarta 26 dezembro 2007 17:17

Ao ler alguns dos principais jornais do país, algo chamou a atenção em relação ao que escrevi em meu primeiro artigo, eu errei.

Ao prever que o governo não tem visão de futuro, ele tem, mas infelizmente é para benefício próprio e não do país. Segundo a assessoria de imprensa da Previdência Social, a próxima semana deverá ser divulgada a nova tabela de contribuições ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O aumento é necessário para compensar o fim da CPMF e conforme dados divulgados a nova tabela será:

 

·          salário-de-contribuição até R$ 868,29 terá alíquota de 8%

·          de R$ 868,30 até R$ 1.447,14, a alíquota será de 9%

·          de R$ 1.447,15 até R$ 2.894,28 será de 11%

As alíquotas de 7,65% e 8,65% serão elevadas para 8% e 9%, respectivamente, devido ao fim da CPMF (o tributo do cheque) a partir de 1º de janeiro. Durante a vigência do tributo (CPMF) as alíquotas para rendimentos até R$ 1.140, ou três salários mínimos, tiveram de ser reduzidas para que não houvesse pagamento a mais (é que sobre o pagamento das contribuições era cobrado o tributo do cheque). Para salários acima de R$ 1.140, nada muda, uma vez que eles não tinham isenção da CPMF. A partir de janeiro, sem a CPMF, as alíquotas voltam a aumentar. Os acréscimos variam conforme o salário do trabalhador, mas são pequenos --de R$ 1,33 a R$ 3,99 por mês, ou R$ 17,29 a R$ 51,87 por ano, incluindo a contribuição do 13º salário. É interessante observar que para manter a arrecadação, possivelmente estas contas ja estavam feitas a um bom tempo, porém a criação de mecanismos que reduzam os gastos e evitem os desvios, estes infelizmente estão longe de serem pensados.

 

Bom, chego a uma conclusão que a exemplo de um pedinte que a mais de dois anos é dono de um ponto em um dos cruzamentos da Santo Amaro (por motivos naturais não falo o nome da outra rua), é mais facil para o governo continuar a cobrar e aumentar os tributos, do que se esforçar para equalizar este assunto, de forma que a população tenha condições de menos trabalhar para união sem nada em troca.

Mas tudo bem, o que importa é que a copa de 2014 é nossa. 

 

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Coisas simples  escrito em domingo 23 dezembro 2007 02:40

Porque gostamos de complicar?

Vamos mudar o processo, todo ele.

Não, vamos acabar com o processo, pois ele não presta.

Não, o problema é aquela porcaria de ferramenta. 

 

Algo comum com o dia-dia de uma empresa? Pois é, enquanto tentamos ir pelos caminhos mais críticos, esquecemos que são os detalhes que escondem os grandes problemas, são aquelas coisas que chamam-se de osso, ou trabalho de “corno”, deculpem a palavra. Um dia destes, alguém me emprestou um livro sobre Kaizen, um livro antigo, da década de 80, então li e notei que de 80 para cá, pouca coisa mudou, em termos de filosofia, isto para não dizer que nada mudou. Coincidentemente, li esta semana uma reportagem sobre o desempenho da Toyota, que a mesma passou em números a GM e tornou-se a maior fabricante de automóveis de planeta, mas o que chamou a atenção, não foi a quantdade produzida e sim a quantidade de dinheiro ganha. Voltando ao passado, olha-se uma Toyota rústica, em fase de aprendizado, enquanto GM e Ford, vangloriavam-se de serem as grandes montadoras, ok, enquanto estas se preocupavam com as mudanças radicais os japoneses faziam a liçao de casa, enquando, por exemplo no Brasil a máfia das grandes montadoras preocupava-se em fixar regras para que a Fiat pudesse vender o 147, as mesmas esqueciam que na cozinha havia uma louça enorme a ser lavada.Olhando para o Brasil, nossa vida doméstica, esta a mesma coisa, temos fracos governantes, que infelizmente não conseguem ver que a grande parte dos problemas esta com a solução pronta, mas falta arrojo para fazer o simples, falta espirito inovador para olhar as pequenas coisas. Se o problema é a falta da CPMF, então enxuguem os custos, mas não, elaboram-se grandes teorias que podem ser defendidas como teses de mestrado, mas a conta básica de receita X despesas é deixada de lado.Assim como a GM e a Ford, o Brasil comporta-se de maneira ignorante, no que tange futuro, é mais prático apresentar uma grande teoria do que focar no básico, no mais simples, afinal de contas nós somos os culpados, pois ainda nos predismos a ouvir quem não tem nada a dizer.

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